Venda de plantas da Mata Atlântica

A Mata Atlântica é o bioma com a maior biodiversidade do planeta e, também, um dos mais ameaçados.

Com imensa diversidade de espécies – quase 800 delas já catalogadas, o Legado das Águas possui um viveiro com capacidade para produção de 200 mil mudas por ano, de mais de 80 espécies nativas diferentes. As sementes são coletadas dentro da área da Reserva: são 31 mil hectares de Mata Atlântica em estágio avançado de conservação.

  • O viveiro fornece projetos ou mudas de recomposição florestal em Mata Atlântica;
  • Projetos ou mudas da Mata Atlântica para paisagismos inovadores que, em edificações, contribuam para
    certificações de sustentabilidade;
  • Parcerias para reflorestamento de centros urbanos.

Saiba como adquirir nossas plantas através do e-mail:

contato@legadodasaguas.com.br

Rastreabilidade das Plantas

Ao adquirir uma das nossas plantas nativas você ajuda a conservar a Mata Atlântica, um dos biomas com a maior biodiversidade do planeta, e ainda tem informações confiáveis e a garantia de origem na tela do seu celular!

A automação do processo de rastreabilidade das plantas produzidas no Viveiro do Legado das Águas é fruto da parceria formada entre a Reserva, GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação, PariPassu, Zebra Technologies e 3M. Juntos, realizamos o Projeto Código Verde, inovador em termos globais, pois identifica e rastreia, de forma automatizada, plantas nativas da Mata Atlântica. Acreditamos que é possível contribuir para a conservação da natureza por meio da integração com a tecnologia.

Antes da automação, a rastreabilidade era realizada de forma manual. A partir de agora, tudo é automatizado e gerenciado por meio de um sistema online, trazendo facilidade, rapidez e garantindo o padrão de qualidade durante todo o processo de manejo das mudas, desde a coleta das sementes na matriz (árvore) até a compra. A identificação das matrizes é essencial para garantir a variabilidade genética que está vinculada ao sucesso dos projetos de reflorestamento e paisagismo.

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A rastreabilidade começa com a identificação das matrizes – árvore onde será feita a coleta de sementes – através de uma etiqueta contendo um QR Code com informações da espécie e sua localização dentro da floresta conservada do Legado das Águas.

Em seguida, as sementes são direcionadas para o viveiro. Lá, recebem uma etiqueta com um QR Code que direciona para o sistema online de rastreabilidade, que abriga todas as informações da etapa de produção.

Ao final do processo, a planta é vendida com uma etiqueta codificada. Por meio da leitura do QR Code com seu celular, o consumidor obtém informações sobre a espécie, seu trajeto dentro do viveiro e a localização da sua matriz, ou seja, será possível saber de todo caminho percorrido desde sua origem até a compra.

“A rastreabilidade permite mapear a matriz, ou seja, a árvore que fornece a semente para a produção da muda e acompanhar este processo até o momento de venda. Tudo isso, agora, de forma automatizada”

Entenda melhor o processo de rastreabilidade do viveiro de plantas consultando o infográfico!

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Saiba mais sobre o Projeto Código Verde na matéria veiculada na edição nº 27 da Revista Brasil em Código: https://issuu.com/gs1br/docs/revista_gs1_ed27_boneco_internet 

Parceiros

gs1

A GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação é uma associação multissetorial sem fins lucrativos, que tem como propósito implementar e disseminar padrões de identificação de produtos, como código de barras, levando melhoria para as cadeias de suprimentos, colaborando, assim, para o processo de automação, desde a matéria-prima até o consumidor final. Seguindo sua proposta de valor em sustentabilidade – “Apoiar, de forma colaborativa e por meio dos padrões GS1, iniciativas escaláveis que visem beneficiar a sociedade nos 3 principais aspectos da sustentabilidade” – a GS1 Brasil firmou a parceria com o Legado das Águas para a realização do Projeto Código Verde, iniciativa sem precedentes em termos globais de inovação, automação e ambientais. Para a implementação da automação, foram adotados os padrões globais GS1 de identificação e serviços. A identificação das espécies é feita com o GTIN (Número Global do Item Comercial) e a localização das matrizes com aplicação do GLN (Número Global de Localização). Ambos os padrões são cadastrados no CNP (Cadastro Nacional de Produtos). Saiba mais sobre a GS1 Brasil em www.gs1br.org  e http://www.gs1br.org/codigoverde 

Para entregar um projeto completo de automação, a GS1 Brasil convidou as empresas PariPassu, Zebra Technologies e 3M, parceiras e associadas da entidade, que aceitaram participar de forma voluntária e colaborativa.

paripassu

A PariPassu, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para gestão agrícola, rastreabilidade, recall e gestão da qualidade, aprimorou sua tecnologia para também rastrear as mudas da reserva. Para isso, utilizou o Sistema Rastreador, para a rastreabilidade das mudas, e o aplicativo para smartphone CLICQ, para automação da inspeção e controle de qualidade. Além disso, o resultado desta coleta de dados permite realizar a análise de dados no Panorama, solução para gestão de indicadores de desempenho, também desenvolvida pela PariPassu. Juntas, essas soluções possibilitam fazer o registro, em tempo real, de todas as etapas, desde a coleta das sementes na mata até a etapa final de venda.

Saiba mais sobre a Paripassu em www.paripassu.com.br 

3m

A 3M do Brasil forneceu as etiquetas BOPP com Liner Scotch 3850 e ribbons mistos 5550I e 5550E para identificar as matrizes, os locais do viveiro e as vendas. Essas etiquetas e ribbons têm alta durabilidade, ótima resistência à abrasão e qualidade de impressão. Possuem excelente fixação nos mais diversos substratos, além de garantir uma rápida leitura através dos scanners, agilizando todo o processo de manipulação das mudas.

Saiba mais sobre a 3M em www.3m.com.br 

zebra

Já a Zebra colaborou com quatro coletores de dados e uma impressora. A definição dos modelos levou em consideração a integração com as soluções dos demais parceiros e também as condições adversas que os equipamentos seriam submetidos. Os coletores TC55 são altamente resistentes e adequados para trabalhar tanto na mata quanto no viveiro, ambientes extremamente úmidos e expostos a condições climáticas adversas, vêm com GPS integrado, o que é essencial para a catalogação das matrizes, e também com a solução integrada de rastreabilidade da PariPassu, o que permite inserir as informações coletadas automaticamente no sistema. Já a impressora ZT410 é um modelo industrial de transferência térmica própria para trabalhar com as etiquetas e ribbons da 3M e também extremamente resistente às condições climáticas.

Saiba mais sobre a Zebra em www.zebra.com/br/pt.html 

ods

Este projeto contribui para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2, 9, 12, 13 e 17.

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